Donkey Kong Country 2 - Super Nes


Heyyyy everybody! Voltando a 200 km/h estou fazendo o possível para estar trazendo novos textos e matérias para vocês! 
Simbora que as férias prolongadas já acabaram e temos que trabalhar e trabalhar, quem sabe dessa vez sem parar. Trago-lhes uma análise sobre um dos games que eu mais joguei e zerei em toda minha vida. Gráficos lindos, trilha sonora perfeita e uma jogabilidade estável e precisa, esses pontos descrevem bem o que é Donkey Kong Country 2.
Vou ser franco, joguei mais ainda o Donkey Kong Country 3, pois, foi uma das primeiras fitas que eu fui ganhar de aniversário, lembro como se fosse ontem minha madrinha vindo com uma caixa embrulhada de corações (isso eu me lembro, não sei porque!) nas mãos vindo me desejar feliz aniversário. A vida passa rápido não é companheiros? Não vou entrar em muitos detalhes para não gastar matéria para a minha postagem sobre o DKC3, mas eu me recordo que eu exaltava esse jogo como se fosse a obra prima Master Plus Ultra do universo. 



Até que um dia abriu uma locadora meia boca aqui na esquina de casa e a dona da locadora tinha um Super Nintendo em casa, diferente das outras locadoras essa só tinha filmes para alugar. Mas sempre falávamos de jogo quando eu ia alugar filmes nela. Até que um dia ela me pediu emprestado o Donkey Kong Country (sim, eu também tive o primeiro) e ela ia me emprestar o DKC2, como se nada fosse dar errado aceitei a proposta e emprestei a minha fita ORIGINAL e SALVANDO para ela e ela me emprestou a fita que ela tinha.
Cheguei em casa fui jogar e já fui ligando o vídeo game e já fui colocando a fita para jogar. Já senti uma sensação diferente jogando o início do game, o mundo é escuro, a música trouxe um ar de suspense e aquele cenário do navio destruído me fez sentir como se eu estivesse em um lugar onde não deveria estar. Em um lugar fora do alcance de "crianças" macacos.

Músicas perfeitamente compostas, gráficos espetaculares, gameplay divino, tudo se encaixava perfeitamente, pensava eu que era realmente uma continuação digna para o primeiro jogo da série. Lembre-me que joguei joguei joguei joguei, cheguei bem longe (acho que no mundo do mel) e desliguei para poder dormir, porque se minha mãe me pegasse dormindo tarde ela me comia no esporro e acabava que no final de semana não rolava jogar depois das 9 horas da noite, Desliguei para que no próximo dia eu pudesse continuar minha aventura. 




Descobri de forma odiosa e raivosa que aquela fita não tinha bateria interna e que tudo que eu havia jogado tinha se perdido. Perdi a vontade de jogar, desanimei legal, fui lá trocar minha fita de volta já que não estava salvando. Virei a esquina de casa que dava para ter visão da locadora e vejo que estava fechada e pior, falei com o proprietário do imóvel (que ficava o dia inteiro bebendo em um bar ao lado)  ele me disse que a locadora tinha acabado de fechar... PARA SEMPRE!!

Se vocês acompanham meus posts aqui sabem que eu fui a pessoa mais castigada na face da Terra, sempre sendo bonzinho e ingenuo, e esse caso não foi diferente. Acho que já era premedição do quão eu ia me ferrar na minha vida gamer.

Chega de tragédias! Vamos falar do jogo.



Donkey Kong 2 foi o melhor jogo produzido pela RARE, isso é fato consumado. Foi continuação direta dos fatos ocorridos em Donkey Kong Country, logo que se inicia o jogo você já da de cara com o navio do malévolo K.Roll, que no final do primeiro jogo havia fugido com este navio. Mas como fugir nunca é suficiente, ele pkanejou sua vingança, sequestrando o Kongão! Assim o Diddy kong tem que ajudar seu fiel companheiro, mas não sozinho, ele veio convocar ninguém mais do que a própria namorada! Sim isso mesmo, muitos negam falando que é amiga ou irmã do Diddy, mas a Dixie é sim namorada segundo o próprio Swanky (no jogo de perguntas e respostas do segundo mundo).


São 47 fases, incluindo as fases secretas do Lost Woods, Todo aquele gráfico 3D renderizado e as músicas bem compostas puderam mostrar toda a potencia que o Super Nintendo tinha em seu melhor momento. 


O jogo é bem fluido, você sente desejo em poder descobrir os segredos e entender os quebra cabeças das fases. Muitas fases te forçam a explorar ao máximo todos os movimentos dos personagens. A Dixie tem o melhor movimento dentre todos os macacos, o movimento chamado Helicopter, te faz poder planar e cair mais precisamente em algumas plataformas, principalmente aquelas que se movem. O Diddy possui os mesmo movimentos e agilidade do jogo anterior, podendo dar estrelinha (que combina com um pulo para ir mais longe) e correr mais rápido que a Dixie.

David Wyse se empenhou perfeitamente em seu papel de Music Composer deste game, ele deve ter feito algum pacto ou ter feito magia negra, mas não é possivel que alguém normal venha produzir uma trilha sonora tão perfeita e tão expressiva quanto a de Donkey Kong 2. Tem noção do que é tu jogar e se arrepiar com a música que está tocando ao fundo? ou parar de jogar por alguns segundos só para prestar a atenção na música? É isso que acontece as vezes comigo. Vou colocar minha lista com 5 músicas que eu gosto dessa trilha, lembrando que se eu colocaria todas elas facilmente aqui:


1 - Stickerbush Symphony




2 - Klomp's Romp


3 - Lockjaw's Saga




4 - Snakey Chantey



5 - Jib Jig 




Indico, incentivo, dedico, forço, empurro, obrigo você a jogar esse jogo!

Leonardo Soler

Retrogamer nas horas vagas. Mantém o Game Genius desde 2010 onde a internet ainda não tinha nem luz eletrica. Fã dos Power Rangers (até o PR no espaço). E é complicado o que é melhor, Final Fantasy VI ou Chrono Trigger. Google