X-men Mutant Apocalypse - Snes



YAaaaaaaahhhhhhhhhhoooooooooooo People!!! posso ler a sua mente e sei que você já sabe o que eu vou escrever aqui hoje, isso mesmo! Sou um mutante e não vem com gracinha senão pego sua senha do banco lá do fundo da sua mente.  Essa era uma das brincadeiras que eu mais gostava de estar fazendo com meus amigos, era isso e Power Rangers (brincadeiras clássicas), pancada comia porque sempre tinha um que inventava poder que não existia só para ser o mais forte e acabava que ninguém concordava, ai é só descer no braço que a gente resolvia rapidinho quem era o mais forte.

Por mais que as brincadeiras na rua sejam divertidas e tudo mais, nada se compara do que jogar com os próprios mutantes e uma das missões mais complicada do Super NES, enfrentar o poderoso Magneto e chutar a bunda do Apocalypse, é isso que a gente faz em X-men: Mutant Apocalypse.




Jogaço que eu adquiri a pouco tempo em uma das minhas compras feitas pelas feiras do Rio de Janeiro. Sempre quis pegar ele para zerar, mas como era no emulador, logo eu me frustava e não ia a frente e acabava escolhendo outro jogo para me divertir, sendo que, agora ele é uma aquisição e me senti na obrigação de zerar e destrinchar esse jogo.

Na verdade ele é um jogo que você conhecendo bem as fases e os mestres você consegue zerar sem perder muitas vidas ou sem perder nenhuma (marvox?!). A dificuldade se encontra na falta de atenção que as vezes pode acontecer, como por exemplo na fase onde você tem que correr da lava, onde qualquer mole que você de pode arrancar uma vida sua, que por sinal é uma coisa dificil de ganhar nesse jogo,mas isso não impede que você consiga chegar no final do jogo.

Aparentemente esse é um jogo muito bem feito e bem colorido, os sprites dos personagens são muito bem desenhados, então, aprecie cada movimento do seu personagem que são bem fieis aos personagens da série animada que passava nas manhãs da globo.

Você possui um arsenal de golpes que podem ser utilizados durante o game, isso acaba variando um pouco a questão do objetivo massante que alguns beat'm up's possuem que é andar e bater e bater e bater e bater até estragar o seu botão. Os golpes são normalmente produzidos pelos movimentos de jogos de luta, com o Cyclops por exemplo, você soltando um hadouken ele solta um raio de luz (que é o golpe mais forte do jogo, pode matar os carinhas com um golpe só!), o Beast e o Gambit já são um pouco diferentes, todos os seus movimentos são feitos apertando duas vezes a direção e o botão de soco, por exemplo, dois pra frente e soco.



As músicas desse jogo são excelente para serem escutadas até no carro, pode acontecer das pessoas não perceberem que é música de jogo que tá tocando ali na sua carreta. Ótimas trilhas de Rock no estilo Super Nintendo de ser, solos nervosos e se encaixam muito bem aos momentos em que elas aplicadas.

Me diverti muito jogando esse jogo com o meu cunhado, mas aí que vem um ponto fraco neste jogo maravilhoso da CAPCOM, não tem modo multiplayer, eu sei que normalmente jogos beat'm up sidescrolling  são um pouco confuso se for com mais de um personagem, mas ao meu ver eles pisaram na bola bonito com relação a não ter no jogo mais de um jogador.

Essa foi minha análise deste game que fortemente está entre os meus beat'm up preferidos. Espero que tenham gostado curtam a nossa página no Facebook, Me segue no Twitter e vê se to na esquina!

Leonardo Soler

Retrogamer nas horas vagas. Mantém o Game Genius desde 2010 onde a internet ainda não tinha nem luz eletrica. Fã dos Power Rangers (até o PR no espaço). E é complicado o que é melhor, Final Fantasy VI ou Chrono Trigger. Google