The Legend of Zelda: Ocarina of Time - Nintendo 64

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Todo GRANDE artista tem sua obra prima. Da Vinci fez a Monalisa, enfim, conseguem algo próximo à "perfeição". Se considerarmos Shigueru Miyamoto como um grande "artista dos games", sua grande obra prima é a quinta "Lenda de Zelda": The Legend of Zelda - Ocarina of Time.

A série deu seus primeiros passos no NES. Sua continuação desagradou os fãs e fez que ele voltasse às origens no Super NES. Depois foi lançado um jogo para Gameboy e mais nada até 1998. Então num console com MUITAS limitações (32 MB de espaço, chip de som depender do processador...), mas com o melhor hardware de 1998, surgiu um game incrível. Acabou sendo considerado por muitos o melhor game de todos os tempos.

O antigo console Nintendo 64 precisa de um RPG que fizesse ele fazer sucesso no Japão. Afinal, esse gênero é praticamente obrigatório para vender na terra do sol nascente. Então Shigueru Myamoto traz este RPG, com muitas inovações e gigante em longevidade para o console em questão.


A história é simples e clichê: Na beira do Great Deku Tree (Grande Árvore Deku) numa vasta terra chamada Hyrule, viviam os Kokiris, povo que nunca crescia e cada um tinha uma fada guardiã. Porém, um deles, não tinha uma fada. Um dia é procurado pela fada Navi, que o chama para a Great Deku Tree para ele ajudar a tirar o veneno que estava o matando. Ele quebra a ação do veneno, mas era tarde demais. Antes de morrer, Deku Tree revela ao jovem que quem o envenenou foi Ganondorf, que está em busca da Triforce, que se pega por alguém bom, dará anos de paz à Hyrule. Mas caso seja pega por um cara mau, tipo o Ganondorf, vai deixar Hyrule em tempos de escuridão. Juntos, Navi e o Jovem deve abrir a Secret Realm e pegar a Triforce antes de Ganondorf.

O game é praticamente perfeito. O personagem principal, que você pode escolher seu nome no início da aventura, é muito fácil de controlar. Uma das inovações do game foi o Z-Targeting, em que você pode atacar com precisão seus inimigos em visão de 3º pessoa. O game também tem a ocarina, um instrumento musica MUITO antigo, parecido com a flauta, em que o jogador interage com o mundo do jogo.


Os gráficos do game são SUPER QUADRADOS para hoje em dia, mas para 1998, era um obra-prima.

As músicas são muito boas e bem compostas.

Mesmo com todas essas qualidades, o game, como qualquer um, também tem seus problemas. O principal deles é o framerate, que roda a instáveis 20 FPS, dando a sensação de ser uma apresentação de slides em alguns lugares. Dizem que isso foi consertado no remake para 3DS, mas como não joguei essa versão, não posso confirmar isso.

Outro problema é que o game tenta usar gráficos pré-renderizados porcamente. De tão baixa a resolução, o Hyrule Market é muito borrado. Critico também a história, exageradamente clichê para um RPG.

Mesmo assim, não vou dar uma nota menor que 9 ao game. É um game e incrível e criticalmente ACLAMADO.


Supersonic933

Retrogamer nas horas vagas. Mantém o Game Genius desde 2010 onde a internet ainda não tinha nem luz eletrica. Fã dos Power Rangers (até o PR no espaço). E é complicado o que é melhor, Final Fantasy VI ou Chrono Trigger. Google