Mystic Defender - Sega Genesis



Fala galeraaaa! Leonardo Soler na área! Tenho recebido muitos elogios ultimamente sobre o meu blog, e isso tem me animado muito - ao ponto de eu pensar em criar algo totalmente novo para o blog -, já que as coisas estão dando certo, simbora continuar com o meu regime da nintendo.

Como sempre... está sendo dificil escolher os jogos que eu vou fazer reviews, afinal, underrated é underrated BOM, não é qualquer um que vai ter seu lugarzinho garantido aqui nessa jornada que estou fazendo... Curto muito jogos de side scrolling action (Contra, Hagane, Strider, Castlevania,etc...), e me deparei com este jogo que o meu amigo !Chokko me indicou... Mystic Defender..
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Mystic Defender (Kujyakuou 2: Spell Gen-Ei Jyou) é do ano de 1989, lançado para o Sega Genesis, é um jogo que tem como continuação direta o jogo Spellcaster do Master System. Muitas coisas foram modificadas em suas duas versões (Ocidental e Oriental), como mudança de roteiro e troca de sprites do persongem principal...

Phoenix Rie (desenhista de Altered Beast) ficou com o cargo de desenhar o jogo, deixando ele com uma cara muito boa (para a época).



Enredo da versão Japonesa:

Oda Nobunaga, um dos guerreiros da cruz invertida, sequetrou a princesa Ashura. O sexto rei celestial, uma espécie de anjo chamado Kujyaku, vai para o castelo em busca de seu paradeiro.

Enredo versão Ocidental

Alexandra, filha da Suprema Deidade foi sequestrada por Zareth (braço direito do rei maligno Zao). Ela está mantida refém dentro do castelo Azuchi, no japão. Zareth pretende usar o espirito de Alexandra para reviver seu antigo mestre. Joe Yamato, um veterano lutador especializado na arte da magia, vai para o castelo acabar o plano maligno de Zareth, a salvar Alexandra.



As músicas são muito metalizadas (típico do megadriver), a introdução do jogo já deixa a desejar no aspecto sonoro, parecem vários teclados desafinados tocando alternadamentem, sem nenhum tom ou ritmo, simplesmente bizarro.(poderia montar um creepypasta sobre essa música)

A jogabilidade é meio estranha mas dá pra se acostumar depois de morrer um tempo, mas você vai errar alguns pulos antes de se acostumar com os comandos.

Esse jogo eu até que gostei, o cara é mestre na arte de soltar hadoukens, e controlar algumas chamas de fogo...  Dificuldade não é seu alvo, apesar de alguma vezes as partes de subir escadas podem ser bem chatas, mas, quando essas partes não te atrapalharem você fluirá o jogo tranquilamente... (pelo menos comigo foi assim).

Esse vale apena a jogatina... Lambda Lambda Lambda Jogue! 

Leonardo Soler

Retrogamer nas horas vagas. Mantém o Game Genius desde 2010 onde a internet ainda não tinha nem luz eletrica. Fã dos Power Rangers (até o PR no espaço). E é complicado o que é melhor, Final Fantasy VI ou Chrono Trigger. Google