A evolução dos RPG's #02

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Com o sucesso garantido dos inúmeros jogos de RPG's que sucederam Zelda e Final Fantasy o mercado de jogos de RPG acabou aumentando...

E aqui eu irei tentar listar os RPG's marcantes da era Nintendinho...


Dragon Warrior (1989)

Uma forte concorrente com a série Final Fantasy.

Dragon Warrior (ou mais pra frente conhecida como Dragon Quest) é um dos RPG's épicos que quando você joga já saber logo o que vai acontecer.

A história é que A muito tempo atrás a terra era tomada pelo caos, muitos demônios perambulavam pela Terra, mas um Guerreiro chamado Edrick conseguiu expulsar esse demônios da terra, para que o caos fosse totalmente expulso ele usou um tesouro chamado de Esfera da Luz,  então Edrick deu a esfera da luz para o rei e desde então não é visto.

Anos passaram-se com a paz reinando, porém, num lugar distante, além das montanhas ocidentais, vivia uma pessoa com sentimentos diferentes. Em uma de sua expedições nas profundezas de uma caverna, ele encontrou um dragão adormecido. O dragão despertou, mas apesar do susto, não lhe faz nada. O homem estranhou esse fato, mas precisava ir em frente, então jogou-lhe um graveto para poder distrái-lo, mas estranhamente, o dragão pegou o graveto com suas mandíbulas e trouxe de volta ao homem. Foi então que ele pode confirmar, poderia dominar o dragão da forma que quisesse, inclusive, dominar o mundo! A partir desse momento, ele seria conhecido como Lorde Dragão (Dragon Lord no jogo).

De repente, um desastre assolou a terra, o temido Castelo Charlock surgiu das cinzas novamente, após isso, várias tropas de demônios atacaram o castelo de Tantegel, e as cidades que viviam pacificamente em seu continente. A Esfera de Luz foi roubada novamente, e junto com ela, a Princesa Gwaelin, os anos de paz haviam terminado, e nada podia ser feito.

Boatos dizem que existe um descendente de Erdrick vivo, mas como todo boato pode ser um mito, o rei de Tantegel não tinha mais esperanças. Porém, um belo dia, um jovem guerreiro apareceu em seu castelo, e pediu-lhe permissão para resgatar a Princesa Gwaelin e a Esfera de Luz, apesar de muitos já terem tentado fazer o mesmo e falhado, ele viu algo de diferente nesse jovem guerreiro, seria ele o descendente de Erdrick? Sem pensar mais, deu-lhe equipamentos e ouro, e mandou-lhe derrotar Lorde Dragão, o maldito. E assim começará sua jornada!

O enredo de Dragon Warrior não pode ser considerado muito original, afinal, matar um dragão, salvar uma princesa e recuperar o tesouro do rei é algo que já está mais do que batido em histórias medievais de desenhos e livros infantis. Mas considerando sua idade e o público para o qual foi destinado, isso não é ao todo um aspecto totalmente negativo, por ser tratar do primeiro RPG para Famicom e posteriormente de NES, até então um console que só abrigava jogos de plataforma e esportes, a investida em um enredo batido e simplório pode ter sido proposital, talvez necessário para conquistar novos adeptos de um gênero que ainda não possuía muita aceitação por jogadores de consoles, considerados jogadores casuais.

A parte de menus e luta é parecida com a de Final Fantasy. Parecida mas não igual... A luta de Dragon Warrior é bem mais dinâmica e rápida que Final Fantasy. No mapa, quando você está perambulando para algum lugar no lugar de fechar a tela e entrar em outra para lutar, se abre uma pequena tela com a visão de 1° pessoa (podendo ver apenas o inimigo) e ao lado as janelas vitais com as opções de luta...

Crystalis

RPG estilo clássico, seguiu a onda de Final Fantasy, e por final tem uma história muito interssantes.
O protagonista do jogo estava em sono criogêncio e desperta num futuro pós apocalíptico onde o mundo foi devastado por uma guerra nuclear.
A história de Crystalis fala sobre uma destruição mundial que aconteceu no ano de 1997, e o que sobrou do planeta acabou se mutacionando radicalmente, se tornando um lugar inabitável.
Alguns sobreviventes ergueram uma enorme torre flutuante e ali foram se refugiar. Espertinhos, não ?

Mas isso não adiantou muito, visto que, 100 anos depois, lá embaixo, no chão firme, a treta dos seres mutantes ainda era feia e alguns humanos, que tentavam reverter a situação, refazendo casas e reconstruindo tudo, sofriam pra caralho.

Em 2000, a Nintendo comprou os direitos autorais do jogo e o relançou para Game Boy Color.

Fire Emblem



Fire Emblem: The Dragon of Darkness and the Sword of Light, lançado apenas no Japão, em 1990, foi um título que marcou época no Famicon, dando origem ao gênero "Tactics" nos consoles. Com vários personagens, enredo profundo e um sólido sistema de batalha, deu origem a vários outros clássicos do gênero, como Final Fantasy Tactics.

O Jogo conta a história de Marth(que se tornou conhecido no ocidente em Super Smash Bros. Melee), jovem príncipe de Aritia. Seu país foi invadido pelo Império Doluna, obrigando-o a se exilar na pequena ilha de Telis. Dois anos depois, começa sua longa jornada pela libertação de Aritia. Marth deverá derrotar Medeus, o Dragão das Trevas e rei de Doluna, mas para isso ele precisará do poder da Espada Divina Falchion, que foi perdida após a invasão de Aritia...

O sistema de jogo é o básico que deu origem a toda a série: você controla seu exército por turnos, com o objetivo de conquistar o castelo guardado pelo chefe. Durante sua jornada há a possibilidade de conversar com certos personagens e fazê-los se unirem às suas tropas. Porém, se alguém morrer em batalha, é definitivo, ele não voltará mais.

O primeiro Fire Emblem é marcado pela dificuldade extrema, com inimigos fortes, em grande número e o que pode ser o pesadelo de muitos: o computador ganha vários reforços durante uma batalha, e eles se movimentam e atacam no mesmo turno que aparecem! Ou seja, se você deixou seu clérigo desprotegido, ele será morto antes que qualquer reação possa ser feita.

A não possibilidade de ver o raio de ação dos inimigos, assim como o dano que você causará neles, e a baixa capacidade de guardar itens(apenas 4 slots por personagem) apenas deixa o jogo mais difícil pra quem jogou as versões mais recentes da série.

Apesar de tudo, o jogo apresenta 52 personagens recrutáveis, o que abre muitas possibilidades ao jogador. Entre todos esses personagens, já aparecia o que ficaria conhecido por aqui como "personagens Marcus". Jeigan é um Paladino que começa o jogo em seu grupo, mas conforme sobe de nível, apenas um ou dois(com muita sorte) de seus atributos aumentam, isso quando não é nenhum! Na metade do jogo você já estará mandando ele pro banco pra nunca mais chamar de volta!

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E muitos Outro jogos que não foram listados fizeram sucesso (como eu não joguei todos e não sei do que se trata e é dificiu arranjar reviews desses jogos antigos na net deixa pra lá xD).

Depois desses sucessos, em seguidas todos se perguntavam, qual é o proximo passo? E qual Séria o Próximo passo?

o proximo passo foi os novos consolers!!

Que do 8 bits eles fora para o 16 bits, que é o dobro, é uma boa notícia para programadores e designers. Fora a capacidade desses outros consolers em ter um cartucho com mais espaço imbutido...

Agora vem os clássicos que marcaram a noss infânicia...

CONTINUA...

Leonardo Soler

Retrogamer nas horas vagas. Mantém o Game Genius desde 2010 onde a internet ainda não tinha nem luz eletrica. Fã dos Power Rangers (até o PR no espaço). E é complicado o que é melhor, Final Fantasy VI ou Chrono Trigger. Google